Conheça o rent back: mais liquidez para a sua empresa

A sua empresa vende o equipamento adquirido sem deixar de o utilizar, fica a pagar uma mensalidade 100% dedutível em sede fiscal e reforça o cash flow para outros fins: isto é o rent back. Parece-lhe bem?

Quando chega a altura de adquirir ou renovar equipamentos, muitas são as PME que preferem fazer um esforço financeiro e compram o que de mais recente têm à sua disposição. O objetivo desta opção é legítimo: marcar uma diferenciação face à concorrência e obter a devida recompensa através de mais negócio e de maior crescimento. No entanto, este esforço representa invariavelmente para essas empresas uma perda de liquidez a curto e médio prazo. Nos tempos que correm é crucial manter um cash flow saudável para que as operações continuem a funcionar sem sobressaltos.

Mais tarde ou mais cedo chega aquele dia em que a falta de liquidez se torna num grande problema, sem que se vislumbre uma forma rápida de obter o desejado capital para fazer frente às obrigatoriedades legais ou às necessidades de última hora. Na verdade, há uma forma: chama-se rent back e é uma prática desconhecida da maioria das PME, apesar das evidentes vantagens que lhes proporciona.

 

O que é o rent back?

O rent back pode ajudar qualquer empresa a ultrapassar uma situação de crise ou de cash flow limitado. Como? Através da venda dos equipamentos a uma entidade locadora por um determinado valor. A empresa de renting passa a ser a proprietária dos mesmos e cobrar uma mensalidade à agora empresa locatária pela respetiva utilização, durante o prazo negociado.

Isto aplica-se a qualquer tipo de empresa, independentemente da dimensão ou setor de atividade. Desde os pequenos negócios até às PME, passando também por entidades governamentais e agências públicas ou até organizações sem fins lucrativos, todas podem obter liquidez com o rent back dos equipamentos, entre outras vantagens.

O princípio é também transversal a qualquer tipo de equipamentos que tenham sido adquiridos, quer tenha sido ontem ou há três anos. É normal que uma empresa compre equipamentos – desde informática a maquinaria pesada – e queira pagar a pronto com a expetativa de a economia melhorar rapidamente, e assim poder amortizar ou até rentabilizar o investimento enquanto fica livre de mais uma prestação. Só que passado algum tempo constata que o mercado se mantém estagnado e que essa aposta foi afinal feita demasiado cedo. Em vez de vender e assumir o prejuízo, poderá solicitar um rent back e comparar os cenários.

 

Por vezes compra equipamento e quer pagar a pronto com a expetativa de a economia melhorar, mas só passado algum tempo constata que o mercado se mantém estagnado e que essa aposta foi afinal feita demasiado cedo.

 

O rent back não implica qualquer disrupção no negócio, contemplando apenas uma transmissão de propriedade dos equipamentos. Estes deixam assim de ser considerados ativos da empresa, pelo que poderá passar a deduzir na totalidade as respetivas despesas decorrentes em sede de IVA e de IRC.

 

Como funciona o rent back?

O rent back implica sempre que uma entidade prestadora da locação compre o equipamento que já foi anteriormente adquirido pela empresa que o solicita. Após chegarem a um entendimento, as partes celebram um contrato de locação que estipula os termos acordados, nomeadamente no que concerne a valores, mensalidades e prazos para o reembolso.

Normalmente, os prestadores de locação irão considerar apenas um rent back para equipamentos adquiridos num período de tempo mais recente, mas nem sempre é a regra – dependerá sempre de uma avaliação caso a caso. Os períodos de reembolso também poderão ser mais curtos ou mais longos, dependendo da conjugação dos dois fatores essenciais: a liquidez imediata pretendida e a capacidade de cumprimento mensal.

 

Definida como locação operacional, a empresa locatária poderá deduzir a 100% os pagamentos na forma de despesas em sede de IVA e IRC.

 

Concretizado o rent back, a entidade agora proprietária classifica a relação comercial como uma locação operacional, o que permite à empresa locatária deduzir a 100% os pagamentos na forma de despesas em sede de IVA e IRC.

Estes cinco pontos essenciais resumem as vantagens do rent back:

  • Benefícios fiscais e de cash flow
  • Maior viabilidade financeira
  • Não requer qualquer desembolso inicial em dinheiro
  • Pode visar qualquer tipo de contrato de locação
  • Termos negociáveis

De resto, existe apenas um fator a considerar: os critérios de aprovação podem ser mais onerosos face a outros processos.

 

Uma opção a ter em conta

Mais importante que ser dono do equipamento é ter a possibilidade de usá-lo como seu, mas sem todos os custos associados – e ainda com a vantagem de libertar capital para outras questões mais importantes. É um processo que muitas empresas não conhecem, mas que lhes está de facto disponível através de empresas como a Liqui.do.

Embora assente na perfeição em empresas que se encontrem sob aperto financeiro, não são apenas estas que podem tirar partido do rent back. Mesmo uma empresa com um cash flow sólido pode optar por fazê-lo para depois investir esse dinheiro noutras áreas igualmente importantes, sem tocar nas suas finanças: expansão, consolidação no mercado, marketing, aquisição de novos clientes ou investigação e desenvolvimento são apenas alguns dos vários objetivos com que as empresas lidam direta ou indiretamente durante o seu percurso.

Se o rent back lhe despertou a interesse, e seja qual for a situação da sua empresa, escolha bem o seu parceiro na hora de negociar o seu contrato. No caso da Liqui.do, os equipamentos não têm sequer de ter 1 ou 2 anos, e a compra pode ser feita de imediato. A sua empresa vende o equipamento à Liqui.do, reforça a liquidez e fica a pagar uma renda pela utilização, com todos os benefícios fiscais que o renting permite. Tão simples quanto isto.