5 objeções ao renting de equipamentos (e porque deve repensá-las)

São várias as objeções ao renting de equipamentos. Diz-se que é uma modalidade mais cara, que envolve complexidade e oferece menos vantagens relativamente à compra tradicional a pronto ou a crédito. Desmistifiquemos então estes e outros preconceitos.

Muitas PME estão ainda muito focadas na compra dos equipamentos, não explorando outras opções como o renting. Isto terá certamente que ver com desconhecimento, mas também poderá dar-se o caso de haver objeções ao renting de equipamentos apenas porque lhes foi transmitido um preconceito errado. Se isto lhe soa familiar, então está na altura de repensar a sua opinião sobre o renting.

De facto, a locação de equipamentos constitui uma oportunidade perfeita para manter o seu cash flow de boa saúde. Em vez de gastar uma grande parte da liquidez da sua empresa na compra de equipamentos e na atualização da tecnologia, pode simplesmente fazê-lo alugando os equipamentos em troca de um pagamento mensal. Assim, consegue manter o seu cash flow intacto e ainda aumentar os níveis de modernização e produtividade da sua empresa.

Mantenha o seu cash flow intacto e aumente os níveis de modernização e produtividade da sua empresa.

 

5 objeções ao renting desmistificadas

Identificámos a principais objeções ao renting de equipamentos. E caso ainda comungue de algum(ns) destes pontos de vista, repense se é mesmo nisso em que acredita.

 

1. “Quero evitar custos com juros.”

Mas quem é que disse que o renting de equipamentos acarreta algum tipo de juros? Ao contrário do crédito bancário, esse sim associado a taxas e comissões de vária ordem, o renting não só não tem quaisquer juros como ainda oferece vantagens fiscais. Trata-se na verdade de uma simples operação de locação operacional que não requer qualquer entrada inicial, que se traduz numa única e simples renda fixa mensal fácil de planear e 100% dedutível fiscalmente em sede de IVA e IRC.

 

2. “Tenho uma linha de crédito disponível com juros baixos.”

Não duvidamos, mas será caso raro visto grande parte das PME ter acesso dificultado ao crédito. Aliás, muitas vezes esse crédito apenas acaba por ser concedido ao ficar associado a garantias pessoais. Isso não só fecha completamente a porta a novas necessidades de financiamento que possam vir a decorrer de algum imprevisto, como também deixa a gestão em maus lençóis em caso de um eventual incumprimento.

 

3. “O renting é um processo demasiado complexo”.

O renting é, sem dúvida, um processo cada vez mais simples. Por exemplo, na Liqui.do basta preencher um formulário para dar início à simulação. Efetuado o pedido, recebe depois uma mensagem de email a indicar o montante máximo aprovado e pode então avançar com o contrato de renting, sem qualquer burocracia ou complicação. Consulte o guia de renting de equipamentos para PME e comprove toda a simplicidade e eficácia do processo.

 

4. “O renting é mais caro”.

Nada disso, até pelo contrário. Muitas PME que argumentam desta forma apenas comparam o valor de compra do equipamento face ao montante das rendas e isso é incorreto. Para uma comparação justa, devem incluir no cálculo o custo que devem assumir ao ter um serviço parado por falta de equipamento. Com efeito, o valor da formação necessária para trabalhar com o equipamento, os juros pagos pelo crédito bancário, e ainda o preço da atualização do equipamento quando este ficar obsoleto e comprometer o funcionamento da empresa devem também ser contabilizados.

 

5. “Se comprar o equipamento, é meu”.

Temos efetivamente uma cultura de posse que por vezes nos tolda o pensamento. Desprenda essas amarras e veja como a utilização lucrativa do equipamento com o renting não só lhe dá o direito de usar como se fosse seu, como também lhe permite amortizar o custo em sede fiscal. Isso seria impossível caso o equipamento fosse considerado um ativo, obrigando a empresa a assumir o inerente custo de propriedade que nem uma futura venda poderá minimamente amortizar, quanto mais cobrir.

 

Renting: uma solução a ponderar sempre

No moderno mundo dos negócios, o cash flow é rei. É um componente fundamental das organizações, inclusive vital para a sua sobrevivência. Liquidez é sinónimo de saúde financeira, e quanto maior for uma mais robusta será a outra.

O dinheiro tem efetivamente um custo de oportunidade, e o cash flow ditará a sobrevivência e progressão das organizações.

Assim, e considerando que a aquisição de ativos poderá colocar em causa a boa saúde financeira de uma organização, por delapidar uma importante parte da liquidez durante um espaço temporal que nunca ficará aquém do médio prazo, e aceitando que a liquidez hoje disponível deverá ser usada em operações do dia-a-dia da empresa e salvaguardado para o seu futuro, é fundamental perceber que o dinheiro tem efetivamente um custo de oportunidade. É necessário não só analisar muito bem onde se gasta cada cêntimo, bem como a rentabilidade de todo e qualquer investimento.

É neste cenário cada vez mais comum no tecido empresarial que o renting surge como uma opção que, em muitos casos, pode ser mais vantajosa face à compra. É fundamental que as PME conheçam o renting e saibam que podem sempre ponderar esta modalidade junto de parceiros de confiança.

Projeto a projeto, a Liqui.do pode apoiar a sua empresa esclarecendo dúvidas e apontando caminhos. A nossa principal prioridade é ajudar o seu negócio a crescer. Faça uma simulação do montante financiado e descubra como a locação de equipamentos pode ajudar o cash flow da sua empresa a respirar saúde e o seu negócio a prosperar.