Devo comprar o equipamento ou fazer um renting?

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    Conheça as vantagens de fazer um renting de equipamentos e veja como esta pode ser a chave para tornar a sua empresa mais rentável e competitiva. Obtenha acesso às melhores e mais recentes soluções sem investimento inicial e guarde o cash-flow para outras necessidades.

     

    Equipamentos: uma necessidade comum

    Desde as telecomunicações e parque informático até às soluções específicas para os diversos setores da atividade económica, as ferramentas de trabalho de uma organização são habitualmente equipamentos. Estes têm um papel fundamental no desenvolvimento e crescimento de qualquer negócio. O mais recente é normalmente melhor, mas o preço nem sempre permite tornar o sonho de aquisição em realidade. Qual será afinal a melhor opção: comprar ou fazer um renting dos equipamentos?

    Um dos maiores problemas das PME em Portugal prende-se com a falta de liquidez. Os novos investimentos são por isso alvo de grande ponderação. Muitas vezes não avançam por inexistência de capital próprio das organizações, que assim também acabam por perder em termos de inovação e de produtividade. É aqui que entra em ação o renting, afirmando-se com uma solução a que as PME podem recorrer para potenciar a sua competitividade e eficiência.

    Isto não significa que a compra não seja uma solução igualmente válida. Nesse caso, o equipamento passa a ser um ativo da empresa. Ou seja, pode usá-lo como bem entender e vendê-lo quando achar conveniente. Obviamente que, em termos de amortização, o encaixe da venda será muito mais baixo face ao preço de compra. Nos fatores de subtração nesta conta há ainda que contar com outro custo normalmente aplicável: a manutenção.

     

    fazer um renting pode ajudar nos novos investimentos
    Os novos investimentos são alvo de grande ponderação e muitas vezes não avançam por inexistência de capital próprio das organizações.

     

    No renting de equipamentos é estabelecido um acordo de aluguer entre fornecedor e cliente aplicável durante um período predeterminado e com uma renda fixa. Findo o contrato, há duas opções: renovar o contrato com a substituição do equipamento por outro mais atual, ou não renovar o contrato de todo – quer adquirindo o equipamento porque há interesse ou descartando-o por já não haver necessidade.

     

    Vantagens e desvantagens do renting

    O renting é uma solução cada vez mais procurada por variadíssimas razões. Na lista dos principais argumentos encontramos a possibilidade de dedução das rendas em sede fiscal (IRC e IVA), a redução de custos por permitir o financiamento na totalidade sem entrada inicial, e mantendo ao mesmo tempo a liquidez e o acesso às linhas de crédito intacto.

    Esta é também uma opção mais vantajosa quando se fala de planeamento. O renting contempla a fixação de rendas regulares e com pagamentos mais fáceis de prever. Isso facilita a gestão do ciclo de vida do equipamento e prevê a renovação automática na parte da gestão de ativos. No final do contrato tem ainda a vantagem de o parceiro de renting se responsabilizar pelo fim de vida útil do equipamento.

     

    A fixação de rendas e os pagamentos fáceis de prever são as principais vantagens apontadas pelas PME que optam por fazer um renting.

     

    Mas também é preciso ver o outro lado da moeda. Por exemplo, um contrato de renting de equipamento terá de ser bem ponderado em termos de prazo. Não adianta fechar um contrato por um período mais longo do que aquele que estima ser necessário. Caso pretenda antecipar o cancelamento do contrato terá, na maioria das vezes, que liquidar as rendas em falta até ao término do contrato.

    Convém ainda ter em consideração as preocupações sob o ponto de vista financeiro e fiscal. Recomenda-se a opção por rendas fixas durante todo o período de tempo do contrato, para assim se poder antecipar as necessidades e evitar incumprimentos. É também importante acompanhar todos os anos o texto do Orçamento do Estado, que poderá incluir alterações fiscais que afetem a relação das empresas com o renting.

     

    Renting vs. compra de equipamentos

    Como vimos, ao fazer um renting consegue obter equipamentos novos apenas com um pequeno incremento gradual na despesa mensal, sendo as rendas constantes e previsíveis. Torna-se assim mais fácil gerir o orçamento da empresa de forma mais eficaz. Este facto é vital a muitas PME, que lutam para manter um cash-flow positivo e um saldo corrente o mais sólido possível. Não exigindo na grande maioria das vezes entrada inicial, o renting permite adquirir o equipamento mais indicado sem ter impacto direto em termos financeiros. Já a compra não implica rendas mas requer 100% do valor da compra logo à cabeça, comprometendo o capital da empresa.

    O renting possibilita um cash-flow positivo e um saldo corrente o mais sólido possível.

    O renting permite ainda que as PME adquiram tecnologia de última geração, que poderia ser inacessível de outro modo. Isto traduz-

    se em empresas competitivas e capazes de acompanhar os maiores – e também mais capitalizados – concorrentes. Já a compra significa que a eventual venda do produto obsoleto não será suficiente para suportar a aquisição de equipamento novo, dificultando o acesso à inovação.

     

    O renting é então a solução perfeita?

    É certo que não existem soluções universais – o que melhor se adequa a uma PME pode não se adaptar ao negócio de outra. Cada empresa deve fazer a sua própria análise antes de tomar uma decisão, de forma ponderada e justa. Para isso, pode contar com o apoio de um parceiro especializado capaz de melhor aconselhar caso a caso se o renting é efetivamente a solução inteligente de que a sua empresa precisa.

    Faça uma simulação, fique a conhecer o plafond aprovado para a sua empresa e comece hoje a beneficiar de todas as vantagens do renting de equipamentos.