Renting de Software

Mantenha a empresa atualizada com as últimas versões dos programas informáticos mais importantes para a gestão diária do negócio

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No dia-a-dia das organizações, o software tem vindo a tornar-se cada vez mais determinante para o sucesso dos negócios; na realidade, mais ainda do que o próprio hardware.

Um bom programa informático ajuda a trabalhar de forma mais célere, mais precisa e com melhores resultados, colocando a empresa sempre próxima do cliente final.

Mas a verdade é que as novas versões de software, lançadas regularmente no mercado, se sucedem a grande velocidade; para acompanhar este ritmo e ter sempre os programas da sua organização atualizados, o renting de software pode ser a solução que melhor se adapta às necessidades da organização. Perceba porquê com este guia sobre o tema.

    O que é o renting de software?

    O renting de software não é nada mais do que um contrato composto por rendas que pressupõem o uso deste tipo de tecnologia, por um período previamente acordado entre duas partes.

     

    É mesmo possível fazer o renting de software, não apenas de equipamentos?

    Sim, grande maioria das pessoas não imagina que o renting de programas informáticos é já uma realidade. A opção tem vindo a ganhar força no mercado e a tornar-se uma verdadeira alternativa à compra.

     

    O contrato relativo ao renting de software deve ter um período de “vida útil”?

    O prazo do contrato pode (e deve) ser definido de acordo com as necessidades do cliente e também tendo em conta a oferta da empresa de renting. No entanto, neste caso, deverá também ser considerada a vida útil média de um software, que não vai além dos três anos.

     

    Porquê fazer um renting?

    O valor da tecnologia não tem diretamente a ver com a sua posse, mas antes com a utilização que se faz dela. Nesse sentido, o renting permite usufruir imediatamente da melhor e mais recente tecnologia disponível no mercado bem como ganhar flexibilidade, ao assegurar a atualização do software por outro mais recente ao longo do contrato, e tudo sem necessidade de entrada inicial.

     

    O que considerar antes de fazer um renting de software?

    Quantas licenças vai precisar no futuro? Não tem uma ideia exata? Então o renting de software é a solução ideal para a sua organização, já que pode adaptar as necessidades ao número de licenças que vai adotando em modelo renting. E esta é uma das primeiras questões a ter em conta antes de avançar por este caminho.

    Outras considerações dizem respeito:

    • em primeiro lugar, à disponibilidade financeira da organização e ao orçamento com que conta no momento;
    • em seguida, ao grau de dependência que tem do software para levar em diante a sua atividade, com sucesso, num mercado altamente concorrencial;
    • e, por fim, deve ter bem presente a ideia que está a alugar algo, abrindo assim mão da sua propriedade, em prol de maior rentabilidade.

     

    Para tomar uma decisão informada, não deixe de fazer uma simulação de renting. Preencha o formulário e fique a conhecer o montante aprovado para a sua empresa.

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    Para quem é vantajoso o renting de software?

    As vantagens recaem, sobretudo, no cliente. É uma escolha especialmente indicada para organizações que recorrem a programas de software diariamente e dos quais dependem para realizar as suas atividades. Por outro lado, é também indicado para quem opte por investir em novas versões de software, mantendo sempre disponíveis os seus recursos financeiros. O renting permite abrir um ciclo de renovação, e ajuda, essencialmente, pequenas e médias empresas cujo o budget em termos de investimento é sempre mais limitado.

     

    O que têm as PME a ganhar com o renting de software?

    Podemos considerar um conjunto de mais-valias, entre as quais se destacam:

     

    Custos iniciais mais baixos

    Normalmente, a compra de software próprio exige um investimento inicial. O renting permite acesso imediato ao software, por muito menos dinheiro, e em condições mais vantajosas.

     

    Flexibilidade na hora do pagamento

    O renting oferece, neste caso, mais flexibilidade de pagamento no acesso ao software, especialmente se ele for pensado para dar resposta imediata (e limitada no tempo) a determinado tipo de projetos. O mesmo será dizer que as PME pagam por aquilo que utilizam e quando dele necessitam, facilitando o aumento ou retirada de licenças à medida das necessidades.

     

    Atualizações regulares

    Um dos benefícios do renting nesta área passa pela possibilidade de ajustar a duração dos contratos ao tempo útil de cada licença. Se um software tiver atualizações anuais, acaba por ser mais vantajoso para a sua PME contratar o renting por apenas 12 meses e ir renovando o seu contrato, ao invés de definir um período inicial mais longo.

     

    Que PME/setores têm a ganhar com esta modalidade?

    Todo o tipo de PME, em qualquer setor, poderá tirar enorme partido das vantagens. Ainda assim, aquelas cuja a sua atividade depende (quase exclusivamente) do recurso a software acabam por ser as maiores beneficiadas. Entre estas, contam-se a oferta de:

    • Software de contabilidade e gestão do negócio
    • Software CAD
    • Software para CRM, melhorando a relação com os clientes
    • Software de Design Gráfico
    • Software para Comércio Eletrónico
    • Software de gestão no ponto de venda
    • Software de help-desk
    • Software que ajude a fazer o inventário e a gestão da cadeia de fornecimento

     

    Quer saber se o renting de software é a opção indicada para o seu negócio? Preencha o formulário com os dados da sua empresa e receba um email com o plafond aprovado e todas as informações necessárias.

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    O renting de software pode ser considerado um complemento ao de hardware?

    É verdade que muitos equipamentos precisam de programas específicos para funcionar corretamente e, neste caso, a opção de recorrer aos dois tipos de renting não deverá ser descartada, se isso fizer sentido para o cliente. No entanto, a organização em causa pode até já contar com o equipamento em si; nesse caso, deve procurar apenas o renting de software sem que, para isso, tenha necessidade de alugar o PC onde vai usar esse programa informático.

     

    O que leva a optar pelo renting e não pela compra?

    Por um lado, a compra implica um investimento inicial no próprio software que a organização poderá, ou não, ter capacidade de realizar. Por outro lado, ao adquirir uma licença, o prazo de utilização está bem definido no tempo. Já por via da oferta de renting, o cliente poderá lidar com um prazo mais alargado, dando resposta a diferentes necessidades, de forma mais personalizada, e com menor peso no orçamento.

     

    A gestão das licenças de software dentro da empresa é uma preocupação?

    A organização conta com um profissional dedicado para gerir os prazos de término das licenças de todo o software que corre na empresa? E se tiver alguma versão ilegal? Para não correr esse tipo de riscos, o renting de software acaba por ser a solução mais indicada; permite deixar este tipo de gestão nas mãos de terceiros, e centrar atenções no que realmente importa: o core do negócio.

     

    Ainda existem licenças vitalícias?

    Sim, ainda há software-houses que disponibilizam este tipo de opção, mas esta é uma realidade cada vez menos comum. São já vários os fornecedores que estão a evoluir em direções opostas e a acabar com esta oferta. Tendo em conta o mercado concorrencial de hoje em dia e a velocidade a que evoluiu, as licenças vitalícias começam a não responder às necessidades dos seus utilizadores.

     

    Qual a proporção da mensalidade paga que pode ser deduzida, tirando partido de vantagens fiscais existentes?

    Os contratos de renting são 100% dedutíveis em sede de IRC. Isto é, todas as mensalidades pagas podem vir a ser deduzidas no âmbito de despesas operacionais, não estando ainda sujeitas ao imposto de selo. No caso do IVA, nem sempre é dedutível, mas, se assim não for, a verdade é que o seu impacto na tesouraria da organização acaba por ser menor uma vez que o pagamento é repartido pela duração do contrato.

     

    O que acontece no final do contrato? O software fica na posse do cliente?

    Embora o cliente tenha a opção de adquirir a licença no final do contrato, pelo valor justo de mercado, esta não será, à partida, a opção mais vantajosa.

    Durante o contrato, a titularidade do software em renting é da locadora, sendo que os benefícios assentam, sobretudo, no uso dos programas em si. No entanto, uma opção mais vantajosa do que a aquisição, é a possibilidade de se estender o período de aluguer no final, caso se identifique essa necessidade. Pode ainda devolver a licença ou substituí-la pela versão mais atual, com um novo contrato de renting. Modernizar é aqui a palavra de ordem.

     

    Ainda não sabe quanto a sua empresa pode poupar com o renting de equipamentos? Faça a sua simulação e fique a conhecer o montante máximo financiado para a sua PME.

     

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